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terça-feira, 19 de julho de 2011

Alimentando-se bem nas férias!


Bom dia!
É claro que em julho, mês de férias, a criançada abusa de alimentos não saudáveis, com excesso de açúcar e gorduras. Essa mania deve ser motivo de atenção para os pais. Segundo a  Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, 15% das crianças do país são obesas.
Para aproveitar as férias com saúde e bem estar, os pais devem manter a disciplina de horários das refeições e também o cardápio rico em vitaminas, verduras, carne e legumes. Assim é possível estimular as crianças a terem bons hábitos alimentares.
A melhor maneira é brincar com as refeições, por exemplo, sanduíches naturais, acompanhados de suco são uma ótima pedida, além de fáceis de preparar, podem garantir uma refeição completa. O pão é o carboidrato que fornece energia, um recheio de patê de frango, contém proteína, legumes e folhas oferecem vitaminas e os sucos de fruta, além de vitaminas são hidratantes.
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segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Alimentando os bebês de forma correta

A obesidade infantil é uma problema sério. Porém a preocupação exagerada com a doença tem estimulado algumas mães a fazerem, aos pequenos, restrições alimentares prejudiciais, de nutrientes e calorias, por exemplo. Uma dieta inadequada, no entanto, pode levar a deficiência de ferro, desequilíbrio hormonal e baixo crescimento.

O fenômeno ainda é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas.

Existem dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria:

- O primeiro é aquele que é obeso e sofre de culpa. Assim, teme que o filho seja gordo também;

- O segundo é o ortoréxico, ou seja, que tem mania de alimentação saudável, e veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais.

Problemas: As restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.




Obesidade precisa de atenção

A obesidade infantil está crescendo mundialmente, inclusive no Brasil. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças brasileiras de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.

Além de danos psicológicos envolvidos, a obesidade pode desencadear doenças como diabetes, doenças cardiovascular, lesões ortopédicas e musculares e problemas de pele. É de fato um problema e precisa de tratamento. Porém, isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto!

É preciso atender as necessidades da criança e fornecer uma alimentação saudável, fundamental para seu desenvolvimento. Por isso, antes de qualquer decisão, os pais devem procurar ajuda e orientação de um profissional!

Quando é diagnosticado excesso de peso ou obesidade, é necessário iniciar um programa alimentar, sempre com o acompanhamento de um especialista. Primeiro, é preciso cuidado ao diagnosticar a obesidade infantil. Depois, a preocupação deve ser como abordar o assunto com a própria criança e sua família.

Vale lembrar que a criança é um ser em formação, tanto em relação ao seu crescimento e desenvolvimento, quanto ao seu lado emocional.

Dicas para prevenir a obesidade

- Estenda o período de aleitamento materno ao máximo. Isso reduz o risco de obesidade por vários anos consecutivos. O sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe e, por isso, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras;

- Não force a criança a comer mais do que gostaria. Comer é um ato instintivo. A criança sabe seu limite e não vai sentir fome;

- Não ofereça doces como prêmio por um bom comportamento ou como um presente para compensar sua ausência;

- Incentive o hábito de comer frutas, legumes e verduras e a prática de exercícios. A criança pode rolar, engatinhar e, depois, andar, correr e pular;

- Dê o bom exemplo. Não adianta beber um copo de refrigerante e proibir a bebida para a criança;

- Acostume a criança a comer nas horas certas – seis refeições por dia – e mantenha a rotina;

- Ensine a noção de porções. Em vez de entregar um pacote inteiro de biscoitos à criança, ofereça três unidades. Ela precisa perceber os limites.

Informações retiradas da Revista Crescer

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Pequenos grandes Chefs!

Seu filho faz cara feia para salada de cenoura? Recusa-se a comer beterraba? Nada de desespero. Para vencer a batalha, convide esse inimigo das hortaliças e afins a se aventurar na cozinha.

Este é o momento perfeito para acabar com o preconceito em relação a determinados alimentos. Se a criança participar ativamente do processo e entender o passo a passo, ela irá interessar-se mais pelo que come.

Uma apresentação caprichada também é capaz de despertar a curiosidade e pode levar a criança a experimentar coisas novas.

Saiba que a boa alimentação é fundamental para o crescimento sadio de seu filho. Se a criança não for bem alimentada nos primeiros anos de vida, pode ter um efeito profundo em sua saúde.

Para que ela cresça saudável é necessária uma alimentação que contenha todos os nutrientes e, portanto, receba diariamente alimentos destes 5 grupos:
  • Grupo 1: Pães, Cereais, Batata, Arroz e Massas
  • Grupo 2: Carnes, Aves , Peixes, Ovos, Feijão e Nozes
  • Grupo 3: Vegetais
  • Grupo 4: Frutas
  • Grupo 5: Laticínios, Leite, Yogurte e Queijo
É preciso também, desde pequenos, estimular as crianças a terem hábitos saudáveis. Não adianta ser radical.

Mas atenção! Não queira que ele tenha bons hábitos se a família não tem. Por isso, a família deve ter uma alimentação variada, colorida, bonita, com uma boa apresentação. Por exemplo: não priorize o doce, mas sim, estimule-o através das frutas.

E se ela criar resistência ao tipo de alimento, não a obrigue a comer forçadamente. Ensine o pequeno a valorizar as cores e saboreá-las.

Seja um exemplo para ele na alimentação assim como o será na vida!

As informações desse texto foram adaptadas do site www.minichefs.com.br
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