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terça-feira, 19 de julho de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Alimentando os bebês de forma correta
A obesidade infantil é uma problema sério. Porém a preocupação exagerada com a doença tem estimulado algumas mães a fazerem, aos pequenos, restrições alimentares prejudiciais, de nutrientes e calorias, por exemplo. Uma dieta inadequada, no entanto, pode levar a deficiência de ferro, desequilíbrio hormonal e baixo crescimento.
O fenômeno ainda é raro, mas está crescendo, de acordo com especialistas.
Existem dois perfis de pais que submetem os bebês a dietas por conta própria:
- O primeiro é aquele que é obeso e sofre de culpa. Assim, teme que o filho seja gordo também;
- O segundo é o ortoréxico, ou seja, que tem mania de alimentação saudável, e veta carne e doces em favor de produtos light ou naturais.
Problemas: As restrições podem levar a deficiência de ferro, por falta de carne, desequilíbrio hormonal, por falta de gorduras, e a baixo crescimento, hipoglicemia e alterações no metabolismo, por falta de carboidratos.
Obesidade precisa de atenção
A obesidade infantil está crescendo mundialmente, inclusive no Brasil. Dados do IBGE mostram que um terço das crianças brasileiras de até cinco anos está acima do peso. Essa proporção triplicou desde a década de 70.
Além de danos psicológicos envolvidos, a obesidade pode desencadear doenças como diabetes, doenças cardiovascular, lesões ortopédicas e musculares e problemas de pele. É de fato um problema e precisa de tratamento. Porém, isso não significa que o bebê deva ser colocado de dieta, como se fosse um adulto!
É preciso atender as necessidades da criança e fornecer uma alimentação saudável, fundamental para seu desenvolvimento. Por isso, antes de qualquer decisão, os pais devem procurar ajuda e orientação de um profissional!
Quando é diagnosticado excesso de peso ou obesidade, é necessário iniciar um programa alimentar, sempre com o acompanhamento de um especialista. Primeiro, é preciso cuidado ao diagnosticar a obesidade infantil. Depois, a preocupação deve ser como abordar o assunto com a própria criança e sua família.
Vale lembrar que a criança é um ser em formação, tanto em relação ao seu crescimento e desenvolvimento, quanto ao seu lado emocional.
Dicas para prevenir a obesidade
- Estenda o período de aleitamento materno ao máximo. Isso reduz o risco de obesidade por vários anos consecutivos. O sabor do leite materno se modifica de acordo com a alimentação da mãe e, por isso, a criança aprende a aceitar diferentes gostos, inclusive de frutas, legumes e verduras;
- Não force a criança a comer mais do que gostaria. Comer é um ato instintivo. A criança sabe seu limite e não vai sentir fome;
- Não ofereça doces como prêmio por um bom comportamento ou como um presente para compensar sua ausência;
- Incentive o hábito de comer frutas, legumes e verduras e a prática de exercícios. A criança pode rolar, engatinhar e, depois, andar, correr e pular;
- Dê o bom exemplo. Não adianta beber um copo de refrigerante e proibir a bebida para a criança;
- Acostume a criança a comer nas horas certas – seis refeições por dia – e mantenha a rotina;
- Ensine a noção de porções. Em vez de entregar um pacote inteiro de biscoitos à criança, ofereça três unidades. Ela precisa perceber os limites.
Informações retiradas da Revista Crescer
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Pequenos grandes Chefs!
Seu filho faz cara feia para salada de cenoura? Recusa-se a comer beterraba? Nada de desespero. Para vencer a batalha, convide esse inimigo das hortaliças e afins a se aventurar na cozinha.
Este é o momento perfeito para acabar com o preconceito em relação a determinados alimentos. Se a criança participar ativamente do processo e entender o passo a passo, ela irá interessar-se mais pelo que come.
Uma apresentação caprichada também é capaz de despertar a curiosidade e pode levar a criança a experimentar coisas novas.
Saiba que a boa alimentação é fundamental para o crescimento sadio de seu filho. Se a criança não for bem alimentada nos primeiros anos de vida, pode ter um efeito profundo em sua saúde.
Para que ela cresça saudável é necessária uma alimentação que contenha todos os nutrientes e, portanto, receba diariamente alimentos destes 5 grupos:
- Grupo 1: Pães, Cereais, Batata, Arroz e Massas
- Grupo 2: Carnes, Aves , Peixes, Ovos, Feijão e Nozes
- Grupo 3: Vegetais
- Grupo 4: Frutas
- Grupo 5: Laticínios, Leite, Yogurte e Queijo
É preciso também, desde pequenos, estimular as crianças a terem hábitos saudáveis. Não adianta ser radical.
Mas atenção! Não queira que ele tenha bons hábitos se a família não tem. Por isso, a família deve ter uma alimentação variada, colorida, bonita, com uma boa apresentação. Por exemplo: não priorize o doce, mas sim, estimule-o através das frutas.
E se ela criar resistência ao tipo de alimento, não a obrigue a comer forçadamente. Ensine o pequeno a valorizar as cores e saboreá-las.
Seja um exemplo para ele na alimentação assim como o será na vida!
As informações desse texto foram adaptadas do site www.minichefs.com.br
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